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Mostrando postagens de Julho, 2010

FAMÍLIA GANGSTERS - BRASÍLIA - CRIOLINA

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O SHOW MAIS ESPERADO EM BRASÍLIA PRA QUEM É FAMILIARISTA!

Vai rolar no Bar do Calaf - festa criolina - dia 2, FAMÍLIA GANGSTERS!

Brotando diretamente do concreto da cidade de São Paulo, uma semente que nasceu no asfalto.
Refletindo um diversidade cosmopolita da capital paulista o power trio (baixo - guitarra - batera) usa muita psicodelia, para combinar tendências universais, como o ska e o dub jamaicanos com ritmos regionais brasileiros. Trompete e escaleta são constatemente integrados ao som da família que conta ainda com inusitadas performances e intervencões do artista Felipe Montanari. Transmitindo sempre uma mensagem positiva e idealista. A banda busca a integracão das diferentes tribos da aldeia global em torno de um familiarismo consciente "nem a esquerda, nem a direita, temos de ir para frente". A proposta da banda vai além da música, envolvendo trips insaaaaaaaaaaanas... dessa vez eles tão vindo lá da terra dos cristais e de São Jorge.

GALERE! HASTA LA VISTA!!! Ba…

estrada poe sentido em mim.

preciso de uma aula de danca. nao tenho dinheiro. eu danco frevo. so que eu ainda preciso de aula de danca. eu danco coco. eu danco ciranda. eu danco. mas ainda nao danco a vida. eu sei que nasci pra isso. alguém gostaria de pagar uma aulda de ballet clássico na cidade de brasília? carros fazem mal á saúde . bailarinos nao fazem mal a ninguém. hoje andei muito. nao digo que foi a maior quantidade de chao que pisei. hoje tinha um detalhe: a fome. que quando comi, chorei. estou com muitos arranhoes pelo corpo, pele seca. joelhos, maos, costas, canelas. nao sei como consigo tantos carimbos. como voltei á pé, sujei os pés. cheguei em casa sentindo ciúmes da minha cama, de todos os seus panos. ao chegar percebi, sempre percebo, que nao molharam as plantas. os girassóis mexiacanos que plantei na entrada, a cada dia abre uma flor deles. a estrada que vim era deserta. a estrada longa pra minha casa. uma estrada é deserta por dois motivos, segundo manoel de barros, por desprezo ou por abandono…

pina.

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abramovic.

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minha própria lei. tenho o que ficou.

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voltei a andar com meu caleidoscópio

ontem à noite, depois de uma tarde de beijos chovidos, brigadeiro colorido seguido de dois pedidos com olhos fechados, antes de assoprar uma vela com o número 3, fui dormir. relaxei. nessa hora me aparecem algumas poesias. quando elas pegam o trem e aparecem nesse horário nunca escrevo. canetas e papéis se escondem das minhas mãos, então prefiro seguir com ela, não paralela. quando acordo nunca lembro o que poetizei dos dias.
até que houve um tempo que escrevi nas paredes, foi o tempo que esse tabuleiro ficou possuído de belas conchas e búzios.
no último final de semana foi a provinha do demônio lá, a da UnB, do vestibular. na prova de linguagens tinha um poema que também mudou minha vida, como o retalho de caliandra. esse aqui, é do Mário:
a vida é uns deveres que nós trouxemos para fazer em casa. quando se vê, já são seis horas: há tempo... quando se vê, já é sexta-feira... quando se vê, passaram sessenta anos...agora, é tarde demais para ser reprovado... e se me dessem - um dia - u…

20 de julho de 2010

quando se vê já é vinte de julho. o vestibular já passou e penso que o motivo de tensão da lorraine também passou um pouco, e mais de alguns milhares que estudaram que nem condenados que descascam batatas em navios. o que eu queria saber mesmo é como meu espírito pode ser tão vulnerável devido a quantidade de hormônios pulsando no meu organismo. é um abismo onde todos se retiram e me atiram. fico sozinha.
no conic existe uma biblioteca com nome de comunista (pelo menos acho que é, porque nome de partido não diz nada sobre ninguém.), tal de Salomão Malina. a idéia é bem legal: uma biblioteca no conic!! é bem na frente da praça do Ary, o párarraios. já passei umas tardes nela, como passo essa manhã, antes da prova específica de dança do IFB. dois importantes livros que tenho roubei daqui. vamos lá, não me julgue! eles cometem o pecado de não emprestar as belezuras. e pelo que me lembro, todas as vezes que estive aqui, estive só. parece que só eu uso a bendita. logo, ninguém nem cheira o…

tenho que aprender:

A melhor forma de aprendizado é saber ouvir. Ouço, respiro, observo, processo/ Ouço, respiro, observo, processo. Aprendi ouvindo que, quando a gente fala mais do que ouve, se recria um SER cada vez mais inventado pelas palavras. Silêncio.


o último texto é mentira. tudo dá ferida. e não me acostumei. pra falar verdade: que caminho segui? (estou seguindo, ou seguirei...)
Nada mais vai me ferir
É que eu já me acostumei
Com a estrada errada
Que eu segui
E com a minha própria lei...

recado pra mim

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eu ando pelo mundo...

prestando atenção em cores que eu não sei o nome. cores de almodóvar, cores de frida kahlo. cores! passeio pelo escuro, eu presto muita atenção no que meu irmão ouve e como uma segunda pele, um calo, uma casca, uma cápsula protetora.
ai, eu quero chegar antes pra sinalizar o estar de cada coisa, filtrar seus graus...
eu ando pelo mundo divertindo gente, chorando ao telefone e vendo doer a fome nos meninos que têm fome pela janela do quarto, pela janela do carro, pela tela, pela janela.
eu ando pelo mundo e os automóveis correm. para quê? as crianças correm. para onde? transito entre dois lados, de um lado, eu gosto de opostos. exponho o meu modo, me mostro. eu escrevo para quem?
renato russo e adriana calcanhoto.

não pedi pra nascer, nem minha mãe.

eu gosto muito de escrever. gosto mesmo, embora não seja tão boa nisso como a nathália, por exemplo. gosto tanto de escrever que quase nada meu não tem um rabisquinho, ou já teve um dia. minhas paredes contam algumas coisas. penso em mudar isso, às vezes, só que é quase que não mais viver um pouco pra fora, já que tudo meu tem sido muito pra dentro. pareco me dar completamente. mas minto. só pra um pessoa dou tudo, menos os mistérios, pra que eu dê algumas histórias.
no comeco desse blog fazia rascunhos, já não me dou o trabalho de estragar as palavras, vira pura matéria bruta. acabo não indo no fluido. sempre querendo ter as rédeas. mas não, meus caros, não facam mais isso, faz mal e o pior não existe danca. e falando em danca. estou dancando.mesmo sentada. sentada dentro dessa cuia de letras aguadas.
ah sim, não quero fazer cênicas, é pura ilusão de ótica aos meus olhinhos passionais. minha mãe vai ficar meio -algumacoisa- quando souber disso. mas estarei preparada.
essas dúvidas qu…
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hoje é aniversário da frida eu to pensando em ver godard. ontem passei o dia arrumando o guarda-roupas, e todas estavam limpas. sempre que me ocupo dessa atividade que no começo pode ter entusiasmo de alcançar uma vida nova, no fim, torna-se um chatisse incomparável. talvez pq durante eu vá fazendo outras coisas. e mesmo que eu comece 7 horas da manhã, vou terminar alguns minutos antes de dormir, só pq tenho que usar a cama pra isso e todas as roupas estão espalhadas em categorias por ela. é incrível como, mesmo que eu sempre junte uma sacola enorme de roupas que nao uso mais, é difcíl encontrar espaço, tenho vergonha disso. mas vou ter espaço quando essa estranha que tem dormido com meus cobertores for embora. tudo vai ficar folgado. o silêncio. o chão. as gavetas. o varal, falando nisso, eles estão ali, de novo, um cortiço. por mim tacaria fogo.não sei para onde estou caminhando. sei que vc me ampara e me leva pro lugar de onde eu fui. ah, querido. te agradeço tanto. você. o dia sem…