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Mostrando postagens de Setembro, 2010

Inspira.

«Quando saímos, se está a nevar e tudo se pôs branco, ficamos sós, sentimo-nos sós. Se o sol estiver a brilhar, talvez não. Mas nada garante que aquilo que o outro sente seja equivalente ao que nós próprios sentimos. Quanto à mensagem, não sei... Não há mensagem. A melhor coisa é deixar a intuição e a imaginação agirem. É verdade que eu quero dizer com força qualquer coisa difícil de formular, qualquer coisa de escondido; mas são os espectadores que têm de o descobrir, senão tudo seria tosco e grosseiro; são vocês que têm de o descobrir, eu não posso proceder demasiado directamente. Frente a certos valores, é preciso, acima de tudo, sensibilidade.»

Pina Bausch

muito idiota e muito legal!

Subsolo com Janelas

não escrevo por eu andar saudosista de momentos repetinos que passaram há apenas algumas horas e ao mesmo tempo esquecida, a cada passo sseguinte. agenda cheia, uma brincadeira com as horas, não reclamo, só tenho o incômodo com as folhas brancas no caderno colorido construído por minhas palavras.
criar é uma necessidade. criar sonhos e planos mirabolantes durante o sono, criar pinturas na parede - acabo de pensar na possibilidade da minha existência ter uma discórdia muito forte com a cor branca - criar palavras, criar encontros, girassóis de vida curta. criar.
viajar é pra isso. viagem, uns dizem, que é preciso, eu digo: necessidade. acabo de chegar do rio. aiai, o rio... dermatoglifia, menina Fajah, capoeira 17h30m na sexta - chapéu Mangueira, Paris atravessando a pista, amor, chuva, mar, olho na nuca, Itiberê, ladeiras, subsolos com janelas, gasta-se mais com passagem (viva o brasil inteiro), mas o metrô-superfície vale a pena se quiser ir pra Europa Carioca. delegacia de Santa Ter…
Quero apenas cinco coisas...
Primeiro é o amor sem fim
A segunda é ver o outono
A terceira é o grave inverno
Em quarto lugar o verão
A quinta coisa são teus olhos
Não quero dormir sem teus olhos.
Não quero ser... sem que me olhes.
Abro mão da primavera para que continues me olhando.
Neruda

estoy de vuelta, muchachos!

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andei sumida por alguns longos dias por essas esquinas, é que eu caminhava pelas ruas largas do eixo monumental. eu trabalhei nessas duas últimas semanas no Cena Contemporânea - Festival Internacional de Teatro da Capital. faltei muitas aulas da faculdade, mas nada que eu nao consida acompanhar, afinal, na semana anterior ao festival consegui adiantar alguns trabalhos. trabalhei no festiva de pedreirona mesmo, no primeiro dia fiquei doente, fazia tempo que não ficava doente. tudo indica que foi o tempo pedregálio de brasília. tava lá, primeira noite: moleza no corpo, dor de garganta e dor de cabeça. quem é daqui sabe como é a belezura de claridade ali naquele museu, ô mania desse povo pintar a cidade toda de branco, puro cimento... reflete tudo nos zóio de quem não usa õculos escuros: yo.
como eu ia dizendo, tudo indica que foi o tempo mesmo, essa secura marvada e bonita do cerrado, só que cá entre nós, é bem como meu Dani disse: não é o tempo, é o trabalho!
o que é isso minha zgenti! …

Licenciatura em Dança - 2010

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serei forte.