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Mostrando postagens de Agosto, 2011

agosto acaba em 57 minutos.

mês lasqueira!

hoje o dia pousou na minha cabeça e clareou!

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acertos, beijos, abraços, carta, lágrimas, açaí, sol, amor, flores, presentes, livros, desculpas, vergonha, fraqueza, fortaleza, humildade, sinceridade, verdade, olho no olho, sol, sorriso, dança, beleza, mágoa curada, flores que eu espero, tempo que começou de novo.

um dia simples

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sexta-feira, dia 19 de agosto - ônibus L2 Norte - para tomar uma cerveja ou um copo dágua


não é amargo
agora é doce e salgadim.
não me parece mais doce,
mas amargo.

Judiaria

Agora você vai ouvir aquilo que merece
As coisas ficam muito boas quando a gente esquece
Mas acontece que eu não esqueci a sua covardia
A sua ingratidão
A judiaria que você um dia
Fez pro coitadinho do meu coração
Essas palavras que eu estou lhe falando
Têm uma verdade pura, nua e crua
Eu estou lhe mostrando a porta da rua
Pra que vocês saia sem eu lhe bater
Já chega o tempo que eu fiquei sozinho
Que eu fiquei sofrendo, que eu fiquei chorando
Agora quando eu estou melhorando
Você me aparece pra me aborrecer
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chora nãããããão coração vééééi!!!

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porque hoje quando eu apaguei as luzes do quarto, às 18 e 30, o céu estava com estrelinhas miudinhas, foi a primeira vez que eu vi o diamante, quando eu olho ela piscando e vejo ela piscando. ai eu lembrei de você, e senti um gosto meio doce em lembrar-te, em saber que te sabia, sabia mesmo, não sei mais. não te sei mais. enfim, quero me apaixonar, sem lembrar que estrela cai.

quanta coisa!

até ontem primeiro capítulo do Dewey, até ontem aqueles relatório do laboratório das sensibilidades, até ontem tá dançando um frevo rasgado, até ontem escolher o texto pra apresentar segunda ensaiado com os movimentos, até ontem pra conseguir dinheiro pra ir pra aquele espetáculo argentino, até ontem pra arrumar uma forma de sair do facebook, até ontem pra ver se a bicicleta tá com o pneu bom pra bicicletada no Gama, até ontem pra ler os textos de história da dança, até ontem pra escrever um novo roteiro pro próximo vídeo-dança, até ontem pra tirar algum caboclinho no pifo, até ontem pra receber todas as propostas que o mundo me tem prometido, até ontem pra escrever as cartas que estou devendo,  até ontem decorar aquelas poesias sepradas, até ontem escutar aquela dicografia do luiz gonzaga, até ontem pra ler a monografia dos brincates, até ontem juntar dinheiro, até ontem PRECISO IR PRA PERNAMBUCO, até ontem pra entregar um presente sempre esquecido, até ontem pra tirar essa porra de …

já que tô filmando tudo

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resolvi deixar marcada minha falta de forma depois de tanto tempo sem Frevo pras células. A mão que não segura a sombrinha. saltos baixos. pé lesionado. tensão nos ombros. pouco tempo aguentando o fôlego. resolvi colocar porque isso vai mudar.




videozinho aniversário

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título olivia que escreveu heuheuhe
e a descrição tbm

Mario de Andrade descrevendo a dança das yabás

"Embebedadas pela percussão, dançam lentas, molengas, bamboleando levemente os quartos, num passinho curto, quase inexistente, sem nenhuma figuração dos pés. Os braços, as mãos é que se movem mais, ao contorcer preguiçoso do torso. Vão se erguendo, se abrem, sem nunca se estirarem completamente no ombro, no cotovelo, no pulso, aproveitando as articulações com delícia, para ondularem sempre. Às vezes, o torso parece perder o equilíbrio e lentamente vai se inclinando para uma banda, e o braço desse lado se abaixa sempre também, acrescentando com equilíbrio o seu valor de peso, ao passo que o outro se ergue e peneira no ar numa circulação contínua e vagarenta..."

o que eu estou esperando também

a próxima linha do seu poema jamais chegará minto, a próxima, talvez mas a última, a linha ausente, jamais
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Mais outra criação!

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Mais outra experimentação vídeo-dança de novas texturas e banalidades.
Bailarinas, pesquisadoras, editoras, câmeras, diretoras e roteiristas: Camila Oliveira e Olivia Aprigliano Orthof
Colaboração: Nina Orthof (câmera 3 - parte do atropelamento) e Sabrina Cunha (orientações que não ouvimos muito, mas servirão para outros)
Tempo de filmagem e edição: 3 dias / quinta, sexta e segunda teve storyboard: sim, mas bem pro esqueleto mesmo. ensaio: não, tudo criado na hora da filmagem. improvisação. a repetição que houve foi só a repetição já da filmagem, na captação de diferentes ângulos. câmeras: Uma [casio 12.0] equipamentos usados: dois tripés.

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fotos camera Jhow - Respeito, União, Atitude - Isso é a RUA

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fotos câmera Lari - Respeito, União, Atitude - isso é a RUA

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surgiu num suspiro na festinha da lua enquanto kizy faalava

passei


andei

corri



mas o tempo me pegou pelas pernas



essa foi a poesia que eu consegui pegar





20.08.2011 kizy e camila..

Significado das gírias de Brasília!

Ôôôôôô vei... = por favor
......VEEI?!?? = como assim?
...VEEEEÉEEEEEEEEIII = você não sabe!!
.....................vei... = tamo lascado...
Iiiiiih Veeei = não vai dá
Aaaah veeei= esqueci

isso aiiii, véi! HEIAUHSEIUAHSIEUHSAIUEAISUIUHA

autor: algum poeta do cerrado

elle est chez moi

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