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Mostrando postagens de Fevereiro, 2012

um dia eu sou maria, e no outro florinda.

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Trabalho Final Contato Improvisação I

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Camila Lua Oliveira e Marcela Alvim

Laranja Mecânica

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Pré-Trabalho Final da Unidade Curricular Balé Clássico sem acabamento
Instituto Federal de Brasília
Licenciatura em Dança
Alunas: Camila Lua Oliveira e Jú Cascaes
Agradecimentos: Jéssica Cardoso
Fevereiro de 2012

um presente gerânio

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e ir aonde o vento for

percebi hoje, voltando pra casa, a minha responsabilidade comigo. E: como eu seria se não fosse brasiliense? eu gostaria tanto assim de um azul limpo, sem branco? talvez eu me incomodasse em andar a pé sem ver ninguém por longos minutos. por parecer, às vezes, que o tempo é mais lento, mesmo nao sendo. talvez eu me incomodasse com tudo que é aqui, com o que aqui me faz ser.
estou bem. brasília é pequena, mas não tão pequena assim. tem um Varjão que samba incrivelmente.
MAKE IT BE. eu li no muro do IDA VIS hoje. e é isso. e mais ou menos uma horaa depois, estou lembrando aqui, estava pensando em como a gente tem que ter paciência. Esperar é um fator importante. tem que esperar acreditando. a gente faz a maior parte, a de construir o dado e jogá-lo...daí, meu irmão...espera eles rolarem.
amanhã eu prometo que não vou acordar com pressa. eu vou respirar. e fazer tudo que tem que ser feito antes de chegar na etapa esperar.
letitbe. tem coisa que não tem como mais fazer, ou terminar.
preciso dançar.

a cidade em blocos

o carnaval passou e eu tornei a casa. e como somos loucos e realmente tiramos a máscara. e como era estranho caminhar pela cidade em direção a um bloquinho de carnaval e não só vê-la vazia, mas sentí-la assim, repetidas vezes. aglomerados de gente em pontos específicos demarcados, soltando as feras que querem soltar, mas só as que querem. eu fui. eu fiquei.  a cidade é ampla, o som evacoa pelo ar, coa, ecoa. as pessoas ficam juntas porque querem, e isso é uma das feras que há, porque mesmo com tantos pés numa mesma rua, há espaço ainda aos lados, que se elas quisessem seriam delas, distribuidamente equalizados. mas o que importa? vazio bom, é vazio junto, assim fica macio. quando não tá sozinho. e assim segue o bloquinho da cidade vazia. com gente vazia. são os únicos dias de ficar junto, de esbarrar sorrindo. de cair no chão. bem justificado pelo dia, pela rua, pela tua carnavália
eu fiquei aqui.
eu fi quei a qui
eu aqui

eu
aqui

o que importa é que eu fiquei aqui, não que eu fiquei, mas que estou - BE - o aqui importa.

muita coisa mudou de um ano pra cá, ein?

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não acredito que sai assim. kkk pesado. pesado.

festadacarne

a carne, meu espírito, e meu espírito é carne. ponto. eu amo a vida. eu amo. ai, eu amo tanto. e não quero ninguém. escolhi eu. o amor está pra amizade. e quem há que negar que esta é superior. America. o mundo é pequeno de novo pra mim. Um banho de sal grosso, ervas, casca de alho. Sangue de mim. As mulheres precisam disso, se não não aguentariam viver desse jeito, com tanta vida acumulada. é preciso morrer todo mês. Sangue de morte do feto, do amor, da vida, que não veio, contravivendo tudo o que veio.

samba. samba. samba, branquinha. samba, que essa avenida é tua. Amanha é outro dia. Amanha é loa e não palavra.

Lidança 3º semestre

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Samba Enredo Unidos do Varjão 2012

SAMBA ENREDO 2012 - Unidos do Varjão

Eu sou Calango Voador
Nascido em uma trama de amor
Nas asas da imaginação
De verde e branco
Eu sou Guerreiro, eu sou Varjão!
O Mito Encantado
Seu Estrelo vem contar
Frutos do imaginário
E da crendice popular
Modernas criaturas
De uma brincadeira singular
Fazem do nosso Cerrado
Um fascinante fuá
Filho do sol, filho da terra
Bicho Alado abençoado pelo ar
Filho do sol, filho da terra
A força do fogo faz brilhar
No Reino da Mata , o seu berço acolhedor
Sofreu com a ira do Rio e o seu algoz, o pescador
Nos tempos em que a seca faz o cerrado minguar
E que o calango tem sede, bebendo toda água que há
E nesse terreiro estrelado
A magia do Samba Pisado
Salve a natureza!

nada é real, não há no que se apegar :)

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Em que lua estamos?

pirei. vou explodir. explodir. eu não queria que nada disso tivesse acontecido. mas aconteceu. já passou pelo coração, pelo fígado, pelos olhos, pela pele, pelo cabelo, pelas unhas, pelos ossos... pulmões, estômago, bexiga, útero... talvez não tenha passado pelos dentes. Talvez explique essa fissura por sair abocanhando tudo. gengivaas. alfinetadas nas gengivas... e vai passando de uma parte pra outra... até que se complete. porque o corpo, o corpo uma hora acaba. dói um tiquim. me acabei demais. TCHAU.
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doidvesgs

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botão: juba

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Juba e Oliver

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Rafa e Kelly

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minha pátria é minha língua, mas eu não tenho pátria, eu tenho mátria

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Merda, Marcelinha.

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Olha lá...

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Porque essa é uma ótima versão dessa música, e os mutantes arrasam sempre!

eaí o carnaval vai começar

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Reconheço os Benefícios

aquele segundo do momento

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Porque...

esperando o trem partir pra dar tchau

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isso cabe aqui.

não me importo.

fiz. e se eu fiz foi porque queria. eu quis. eu não me importo mesmo. e hoje eu tropecei duas vezes na rodoviária enquanto passava ao lado daquela plataforma daquele ônibus. Cruzeiro do Sul, eu nunca vi esse conjunto de estrelas. Só Três Marias. eu não me culpo de ter feito. porque eu não me importo. e nem me culpo de estar afirmando e reafirmando isso. porque é isso. eu quis saber quando que seria a partida dele daqui, para sempre, dar tchau, sem puxar conversa, monossilábica, respondendo questões que eram pura ... tragédia da incrível falta de saber o que eu realmente sinto, ou sabe, e tava sem graça, forçando e reforçando a própria culpa. mas, não me importo. encerrei o assunto. e disse tchau, junto com o "beijo" totalmente habitual e maquinário. mas, não me importo. o que me importa? uma brasília limpa dele. um tchau meu. eu me importo em dar tchau. e cuspir nessa merda de fim. eu me importo. de qualquer forma, com isso, reconheço o apego. merda. mas na real, é porque eu…

today

acordei com pressa, desnecessariamente. isso faz com que num estalo eu esqueça o sonho, sem perceber. primeiro que olho, sem respirar, é olhar o despertador e acrescentar mais uns 15 minutos, e isso já estava programado antes de dormir. hábitos. água quente: chá de camomila, mel e biscoitos de água e sal (de mar). até o metrô é silêncio por fora da gente. dentro dele, é calor, desenrolo o cachicol e vou pensando no trabalho que tenho que apresentar às 8. escadas rolantes, subindo, avisto o céu, cinza, nuvenzento. passo pelos ônibus do Cruzeiro. Semáforo. A poça que molha todos. Caminho de silêncio fora de mim. Percebo que não lembro do meu sonho. Trabalho apresentado, e será que passei em Teoria e História da Dança 1, Deus mio?? Ensaio de Contato Improvisação. Ônibus pro Gama. Acidente: dois motoqueiros. Um celular altíssimo e uma voz desafinada cantando junto que STOP pra olhar lá pra fora. Chegança. Pai. Brócolis. Carinho. Segurança. Pizza. Machistas nojentos. Esmalte Ninfa. Adoro no…

alegria+alvo

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ê Zona da Mata!
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momentos que são de raspão
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memória. só o que tenho feito é lembrar. tenho lembrado tanto do que amei, de quem amei. só conjugado no passado. e andei vendo que um sempre me fez querer amar mais, outros, outras coisas. até que não pude mais amar alguém. e enfim continuei lembrando, de como era tudo, desde o início. aquele. aquele outro. até aquele que foi um relâmpago de paixão adolescente. e esse. e ponto.
abro um livro -oráculo- sempre que quero esquecer: página 21, um poema a um amigo que perdeu a memória, com título de SAUDOSA AMNÉSIA... Memória é coisa recente./ Até ontem, quem lembrava?/ A coisa veio antes, ou, antes, foi a palavra?/ Ao perder a lembrança, grande coisa não se perde./ Nuvens, são sempre brancas./ O mar? / Continua verde.

matriz mosaica

quanta coisa não nos serve. e assim, elas serviram... ou pra dar um soco no nosso nariz, ou pra te dar um banho gelado de água limpa, pra te tirar a inocência, pra te fazer ficar num salto, pra te distanciar, enfim, pra tantas coisas que causam dor, ou não, e não servem pra compor um dia bonito, um abraço apertado, nem uma canção. E mesmo assim é de não se lamentar. talvez eu diga isso por que não aconteceu de fato uma tragédia, como matar alguém em um acidente, ou ... 
e pensando numa tragédia pra depois da vírgula, lembrei que já me aconteceu sim. já perdi amiga por besteira inexplicável, e como se não bastasse, me foi dado alguém que não me quer por perto, que não me deseja bem. e esses dias eu tenho pensado muito nisso. uma desamiga e uma inimiga (palavra forte, e nem consigo acreditar).Isso fica me alfinetando. e me vejo pensando e tentando ver em mim quais meus defeitos que fizeram com que isso acontecesse. Meu deus, eu tenho alguém que me deseja mal, e alguém que não fala comigo…
a gente começa a latir por algum motivo
depois não precisa mais de motivo nenhum
e late late late late late late
e depois dorme
a noite é o coração do mundo latindo
eu não caibo mais nas roupas que eu cabia. eu não tenho mais a cara que eu tinha. não encho mais a casa de alegria. nao é nem questão de ter dormido enquanto os anos se passaram, pelo contrário. me olhei no espelho, e esses olhos não são meus. eu não vou me adaptar.
eu vou embora eu vou embora eu vou embora eu vou embora eu vou embora eu vou embora eu vou embora eu vou embora eu vou embora eu vou embora eu vou embora.
e não é nada disso. eu estou. eu quero. mas não contam comigo. em suma, à distância, parece ser, e na verdade é, mas não é.
eu vou embora.
eu não vou me adaptar.
não quero mais ter que esperar NADA.
tenho 20 anos
e já havia percebido
mas precisva que
alguém me falasse
também
que um dia a gente
é o acúmulo
de tudo que a gente
viveu
e não escapa disso

urgente:

dar a volta ao dia
em 80 mundos

vida(!)
tatuagens de raniere
eu já havia percebido
mas precisava que alguém
falasse também
é que eu ainda não
separo
pernas
de coluna
no sim
            ou
no não
é melhor latir


leminski(?)
vida (?)
eu (?)
"não vejo a hora de abrir as janelas e não ver mais andaimes"

poesia existencial da juba, em 5 segundos.

Dia do Frevo!

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p 16

"E foi este o meu primeiro amor. Estava tão loucamente apaixonada e acredito que, daí por diante, nunca mais deixei de amar sem ser loucamente apaixonada. No instante que passa convalesço, levantando-me do último ataque, que parece ter sido violento e desastroso."

ebulição

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a gente tem que escolher uma foto pro catálogo, eu não consigo, é tanta indecisão...
coloquei as quatro aí só pra deixar marcado...

segundo 7 de doismiledoze

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Catfish

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acabo de ver esse filme pra uma matéria da faculdade - cultura e sociedade - e digo que estou de cara. é um documentário-filme sobre um história que é estranha ver se desenrolar no decorrer do play- o que diferencia, pra mim, de um documentário comum - e no entanto, o que me deu um BUM deve ser bastante fácil de encontrar. Pode não ser inteiramente, mas ao menos em partes a cada click...um olhar fascinado. É IMAGEM.

vai!

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despedida do roberto e amanda

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1ª despedida alegre que vivi

um banho quente
no friozinho da noite
num banheiro escuro
com a lua encandescente
na janela, linda

um banho frio
no calor da tarde
com o sol explodindo
por entres as nuvens
que de vez em nunca passavam
lindo

Ladies and Gentlemen,

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bom dia, fevereiro!
bom dia, chegança de carnaval!
bom dia, céu!
bom dia!
bom dia!
bom diaaaa!