25 de abril - é só mistério, não tem segredo

Só sei que não era de se esperar mesmo! E como eu discuto pouco com o destino, o que pinta... eu assino (mas só se for bonito). Até que dependendo ignoro, mas discutir... o que posso fazer é responder com poesia, como eu faço com ela.
Assim é o jeito que consigo cuidar dela: colocando palavrinhas na cuias das maõs e dando na cuia das mãos dela, seguido de um cochicho..."é um presente".
Por que escrevo agora? Porque sim. É como chorar ao dançar, apenas é, e então a gente dança e a gente chora. Eu escrevo porque é a ousadia da palavra. É ousadia porque elas vão, mesmo que nunca digam o que realmente querem dizer.

A gente encosta o ouvido na espuma e ela faz borburinhos em estalos - combina com o barulho que os cabelos do sol fazem quando se entremeia o fucinho dentre deles. É a sensação da boca dela, e como realmente tem a cor amarelinha. A boca, o toque, o barulho - COR PRA MATIZAR a noite de leaozinho.

Às penso que foi maldade do tal destino. Eu tenho tanto carinho rosa por ela, e amor verde lilás-amarelo por ela, que chuvisquinhos de vermelho sobrevoam. O toque foi a explosão disso e eu não queria parar. Aquilo mudou tudo e não mudou nada. E ela é linda, percebi de outro jeito seu SEREIAR.
Não existe EROS. E isso é incrível. E quero ser prata agora. Dourada perto dela. E que esses beijos fiquem no tempo AGORA da lembrança. Não ao desejo. não não não não. Tudo é Não. Tudo é, pra ser SIM.

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