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Mostrando postagens de Julho, 2012
eu preciso fazer alguma coisa.
alguém tem que fazer alguma coisa.
sou eu.
eu preciso ir lá e fazer.
eu preciso acabar com tudo que está fora do tempo.
pra acabar com essa agonia que
derruba o tempo em que estou presente.
agora.
o que eu preciso.
"vou fazer cena, amor, pra ver se vale a pena a dor...pra eu ser tema desse teu complô..."

improvizzo territórios

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horas horas andando sobre o fio fio lá no alto
espanhol cantadoo
convivência sem interferência
sol
som
som
canção
domingo
sorriso

segredo

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linda :')

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quando eu não soube se foi alegre ou se foi triste. acho que ela queria a gente porque estava com medo. sozinha no meio da grande coisa. eu senti que estava com medo e pedindo ajuda. arara, desculpa por tudo o que podem ter feito com você. eu te amo.
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constatei: mistério é necessário.
mesmo que só de nome
e até por quem o promete
seja também um mistério
o próprio mistério

alguns centímentros

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peito quente

eu tenho dúvidas se realmente vou vivendo aos poucos. com quinze anos pensava que pessoas de vinte eram diferentes do que eu acho e sou hoje. na verdade acho que a gente nunca tá preparado pra nada, pra cantar uma música, pra dançar, pra ter um filho, pra sair de casa, pra deixar estruturas pro passado. a gente nunca estará preparado. esperar o que?
eu tenho raiva acumulada em vários centímetros da minha pele, cada relevo de alguns músculos. eu tenho muita raiva presa. um grito de alegria vira outra coisa.
acabei de escutar sons loveporn vindo da sala, minhas pernas ficaram dormentes. nao entendi. não me entendi.
tem certos momentos que parece que a vida anda de mãos dadas com você pelas calçadas. uma conversa meio constrangedora, fazendo algumas perguntas como: cadê?

olha assim, é bem assim

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errar uma vez

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uma proposta de propor qualquer coisa: saiu toda a certeza de raspão.
o que sobra é só a diversão.

nunca cometo o mesmo erro duas vezes já cometo duas três quatro cinco seis até esse erro aprender que só o erro tem vez

depois que fui e voltei

desprender os maxilares pra começar a escrever e comerçar entrar no embalo do sono que já preenche o espaço desse cômodo. é um desafio se entender, se perceber. é um desafio ter qualquer tipo de conclusão, e quando tenho é simplesmente um ato equivocado que até parece que fui obrigada, porque desde o começo eu nunca quis ter tal certeza. eu aceito nao mais ter esssas certezas. admitir que eu gosto de caminhar bêbada assim pela cidade. na verdade eu gosto de que isso seja uma novidade. ou seja. eu não gosto de andar bêbada pela cidade. mas eu gostaria de admitir que percebi que (até eu perceber), para mim, sofrer era estar mais perto de deus - percebi um dia desses. não que isso fosse toda hora, mas existem atitudes banais que nos acompanham e fazem colorir pedaços da nossa pele. e que na verdade são esses pedacinho de cores que formam nosso nome. é, é incrível como às vezes camila eu não sou. é incrível também como quando eu fecho olhos agora e tudo roda. até as lembranças... e o que…
Filme de ninja ou de amor, solidão ou aventura à trois! Tudo altera o passarinho. O vento bate e eu deixo, só deixo...o vento e o olhar dela dentro daquela dança, sorriso vermelhinho da cor do cabelo que se une ao horizonte. A máscara que me leva ao encontro da Feiticeira da mata que por uns minutos faz dessa minha casca maciça uma morada que vibra e pisa o chão forte. Não escrevo mais sobre o que vivo, tenho deixado pra lá (cá). Como bom é estar de volta na caminhada com o tempo. deitar e olhar pras árvores la de fora, ver o céu pela janela. blablablablablablablablablabal o que importa.

de amor.

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A beleza é mesmo tão fugaz. (...) É uma idéia que existe na cabeça E não tem a menor pretensão de acontecer. Pode até parecer fraqueza, pois que seja fraqueza então. A alegria que me dá...Isso vai sem eu dizer!


Eu sempre gostei dessa música. Leve, serena e distraída. Sempre quis ter um sentimento que fosse suspenso assim por alguém. Sentimento que fique ali (aqui) existindo e ponto. Acontece. Devagarim, baixinho e sincero. Às vezes olho no espelho e não mais me reconheço.

mudei de idéia e começou a dar mais certo:

eu não vim aqui pra aprender não, eu vim aqui pra me divertir... e aí, acabar aprendendo.

O alado, a tristeza e o espantoso rio que bebe nuvem e mija mar.

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fim de semestre, joão pedro e meu quarto depois do que virou

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vento que invento

brincadeiras do amor.
só brincadeiras do amor.
amor de brincadeira.
eu rio.
eu gosto e sofro.
todo dia tem mãos novas
bicos novos
só percebo e calo
daí o telefone toca e eu me acalmo
e mais um vez
tornam as brincadeiras de amor
nesse amor de brincadeira.

amamos a vida não porque estejamos habituados a vida, mas estamos habituados a amar.

Nietzsche F
a questão não é calar pra ser silêncio.
a questão é ser silêncio e então poder falar.
ser um ser de palavras, é só ser um ser de palavras.
ser um ser de silêncio é também ser palavras e mais barulhinhos.

O Marek disse:

My death is my ultimate home! Minha morte é minha casa definitiva!
Nothing falls as clear as a stone. Nada cai tão óbvio, tão limpo como uma pedra.
The stone desires to find its ultimate rest…. A pedra deseja encontrar seu descanso final.
Maybe we have a title: Talvez tenhamos um título:
Spirit of Gravity  Espírito da Gravidade
Gravity of Spirit  Gravidade do Espírito.

às vezes, enquantos, talvez.

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peixes que às vezes vem pra nadar na lua cheia.

colocaria alho e cebola

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fronteira entre o que quero e o que realmente preciso. o que eu quero, preciso?
o que preciso, quero?
chega um momento que nao dá mais pra saber.  as cercas do bom senso são frágeis. não queria julgar, mas andei percebendo umas coisas assim.
não em mim.
em mim eu já tinha percebido.

esse aí mesmo de quando a gente olha pro rio e ve refletir

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eu penso
deixo passar
depois todas as coisas
não pensadas aparecem
e não passam


com a boca torta algo não vai bem.
a casa vazia, mas cheia de gente.
o mar da palavra amarelo
e não mais amar mais
mas amar tudo

amar, marzinho
ser plantamora
não plantadora
dor não
deixa pra lá

deixa pro mar
cascaes- eu quis dizer:
cascatas
cachueiras.
caaaaaaaccchhhhhhhhhhhhhhh

1º de julho de 2012

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Uma respiração primeiro.



Como é bom estar aqui com tod@s vocês. Seu Estrelo, Alamedas Céu na Boca, Dança pra Câmera... fora todas os outros espaços que se compartilham diamantes ou sandálias véias sujas, que também servem pra poesia, mas que não tem nome, na verdade não tem fronteiras, muito menos limites. Estamos no primeiro dia da metade do ano e quanto tempo já aconteceu. Lembro do primeiro de janeiro, eu, escrevendo naquele caderninho, como num filme de sessão da tarde: tópicos coloridos que desenhavam sonhos. A promessa que fiz foi diferente. Tem dado certo e há muito o que acontecer, aprender... ESCANCARAR e acreditar.
Anda o teu andar sem pressa / Chega, a boa hora é essa./ Entra / Puxa essa cadeira, Tem a tarde inteira. / Quase que eu perdi o medo/ Deixa de guardar segredo / Deita / Espera amanhecer. /Sabe como deve ser./ Traz de volta a claridade / Parte um sopro de saudade. / Senta. / Deixa de bobeira
A vida é tão ligeira / A promessa que eu fiz foi diferente, /  Pois na vo…
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quando vê o ilê passar parece que perde o juízo. É o meu amor pelo ilê que me faz esquecer você...

eu sinto muitas coisas agora.

Eu agradeço!
à vida.
ao sol.
à lua.
ao vento.
à terra.

a quem acredita e acreditou nesse brinquedo, nessa brincadeira que me sinto tão mais viva de poder ver, acreditar, tocar, cheirar também...agradeço.

parabéns pra mim por acreditar em tudo isso.
e em mim.
separo essa respiração pra dizer pra mim como é importante a minha presença onde estou presente, por nao ter desistido de mim mesma e por sorrir. obrigada!