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Mostrando postagens de Março, 2013

eu vi nesse terreiro tristeza dar risada

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instantes apuros

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amor tanto

"Ponho no vento
e escuto a brisa
que brinca em teus
cabelos e te alisa e 
perfuma teu chão..."
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meus olhos no céu

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, quando todas às segundas, quartas e sextas, mais ou menos às 15h15 faço aquele alongamento das costelas, de cabeça pra baixo, e de repente (sempre de repente), o azul imenso com nuvens espaçadas me invade. levito até.

sempre sobram limões. no fim de tudo. quando chega a terça feira. amanhã é dia de supermercado, né? é.... de quem é a vez? os limões....

preciso dormir.
estou pesando pro lado esquerdo a dias.
hoje presenciei um assassinato.
eutanásia?
ontem desabaram
sobre mim
duas superquadras
inteiras

plim*

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em um hora ou outra
alguns monstrinhos
aparecem
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Acordo com um telefonema. A minha vida e o telefone. A minha vida com telefone. A minha vida e o mazoquismo. Sento no corredor, a partir de uma cocorinha, de frente pra porta da cozinha e olho pra ele passando uma camisa pra vestir num sábado à noite no museu. e digo. tô apavorada com o tempo. a-pa-vo-ra-da. olhando pra mim com uma garrafa d'água na mão me levou pro tempo de antes.  A terra que encosta na ponta dos meus pés, bailarina etérea. É mentira. Não to sabendo. Talvez a Terra me dói tanto, por tantas vezes que tenho medo de sê-la. Tenho inveja da sua clareza dos fatos. Essa minha busca impalpável, que me pego sambando dentro desse espaço apertado em algumas partes, noutras faltando alguém. Minha dúvida. Meu segundo de momento olhando por entre o monstro e a mentira. Assustou. Tenhou uma mulher presa no meu quadril, na minha bunda. Tem uma mulher enfurecida na minha virilha.

das utopias

se as coisas
são inatingíveis
ora!
não é motivo
para não querê-las.
que triste os
caminhos,
se não fora a
presença das
estrelas.

quintana

improvisation is... tá escrito na minha frente.

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muitos temores nascem do cansaço e da solidão. descompasso e desperdício são herdeiros das virtudes que perdemos. eu fecho os olhos e consigo estar aqui e e minhas mãos em vários outros 5 mil. acariciando corpos que estão longe. meu sangue que não desce. tem um mulher presa no meu estômago. tem um mulher presa no meu peito. tem uma mulher solta no meu seio. a cidade com a saturação baixa, matiz equilibrada.

a água, em formato de fios aparecem escorrendo na quina de cima das paredes, escorrendo assim, parece ser lento, mas é rápido. fio a fio pelas paredes. sensação molhada que não chega. os padrões de vida classe medianos aparecem como rios voadores sobre nossas cabeças. a dança dos corpos que sobem os ombros até as orelhas. o comparamento desleal dos corpos.

a angústia do tempo perdido. da criação não parida que fica comendo a mulher que me come dentro do meu estômago. não saber o que quer. eu quero o que? a falta de dinheiro que camufla o trabalho suado. um padrão social. um padrão…

ester

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