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Mostrando postagens de Junho, 2013

9 anos Seu Estrelo!

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muito pertinho do céu em camadas se vc fixa o olho: cerrado.

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a gente vai e pega a pena do bichinho e amarra no pé da saudade pra ela ser leve e não pesar na gente.

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São dias e dias que firmam semanas com as loas vindo pro canto que expira e eu sinto vibrar a calmaria de pisar no vento com a voz reconhecendo o pisar do pé na terra, no cimento empoeirado que se passou até agora. A porta pro mundo. O encantamento doido. Encantamento gargalhante. Encantamento. Pra no final, pra no final, pra no final naquele instante do a-b-r-a-ç-o a gente sentir pulsando o coração do outro na mesma pulsada sambada. e só sentir gratidão. e isso confortar e dar prazer e encher os olhos de água. Sem aqueles meus Olhos de Passado, os quais alquimisticamente tenho colocado constantemente frente os olhos, sem esses olhos. Mas com os olhos e todos os outros órgãos no INSTANTE.
Enche de Gratidão.
Ainda quero conseguir te abraçar assim, depois.

junho ainda, 2013.

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Pisciano quando doce!

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eternizando esse instante

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(uma das coisas) que a gente queria mesmo.

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"sou eu? - só lembrei de você enquanto fazia"

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Ela parou pra olhar o pé...
Ela parou pra olhar a mão...

Desenho do Celo <3 p="">

o fio

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temperos

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o olfato oferece experiência (ou apenas informações) sobre o que está suspenso. e depende da hora do dia.


lembrete:

"Improvisar para Laban é, de um mesmo movimento, buscar e encontrar, decompor e unificar, esquecer e rememorar, mas sobretudo, não se lembrar  (...)
Improvisar é se dedicar a esquecer, para se dar a chance de ver afluir as múltiplas possibilidades de sua mobilidade. Quando improvisa, a dançarina ou dançarino "vive uma experiência que implica em uma aprendizagem do saber-morrer,, do saber-desaparecer como promessa de rememoração e de experiência verdadeira."

(a dança pelos sentidos p.60)

"acho que o único momento em que não sou triste é quando dou risada."

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amém.

ventosa

as rugas mostram tudo que posso sentir.
a história vai ocupando moradia nas vísceras
nos fluídos - sangue, água, líquido sinovial, líquido cérebroespinhal, fáscia, linfa, gordura.
vai mexendo
vai mexendo
vai mexendo
e tudo vai mudando
de lugar,
tem a cor roxa quando junta tudo num lugar só

tava esperando na janela no dia 31

sexta-feira, 31 de maio de 2013.
janela 207 portas amarelas.

um dia calmo. brasília, ruas paradas, dá pra ouvir ruídos de longe, uma cidade. a cidade cinza e verde. parece estática, mas é uma cidade que balança. as coisas ficam se mexendo de um jeito que só aqui mexe.

tudo é tédio. tudo dança. tédio-dança. pequena-dança.
o tédio é misteriosamente óbvio
ou
obviamente misterioso?

dedicatória

aos bons
e aos bois
a dança é a presença do corpo ou o movimento?
a questão é: redundância.

Bastidor O FIO

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Filmagem A pequena Odisseia do Tédio Parte II

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inclemente2

inclemente2 from isabel ramil on Vimeo.

Sei que não dá pra ver, mas vale a pena clicar no link ali "Isabel Ramil" e conferir esse vídeo: INCLEMENTE.

Interdependência Somática

Parece que os gurus da velha Europa se obstinam ultimamente a querer explicar aos ativistas dos movimentos Occupy, Indignados, handi-trans-gays-lésbicas-intersex e postporn que não poderemos fazer a revolução porque não temos uma ideologia. Eles dizem “uma ideologia” como minha mãe dizia “um marido”. Pois bem, não precisamos nem de ideologia nem de marido. As novas feministas, não precisamos de marido porque não somos mulheres. Assim como não precisamos de ideologia porque não somos um povo. Nem comunismo nem liberalismo. Nem o refrão católico-muçulmuno-judeu. Falamos uma outra linguagem. Eles dizem representação. Nós dizemos experimentação. Eles dizem identidade. Nós dizemos multidão. Eles dizem controlar a periferia. Nós dizemos mestiçar a cidade. Eles dizem dívida. Nós dizemos cooperação sexual e interdependência somática. Eles dizem capital humano. Nós dizemos aliança multi-espécies. Eles dizem carne de cavalo nos nossos pratos. Nós dizemos montemos nos cavalos para fugir juntos …

tardei...um fio de prata que me leva

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vida-nuvem, bate um vento e liga a lâmpada, muda a ordem, a luz muda a imagem

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solar

amor

acaba
quando
não
começa

olhos

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Filomena
Estelita
Ivete
Camila

Tenda da Lua,

da boa acolhida Tempo de contemplação, observando os ciclos do corpo, e a vida que recomeça. Recolhimento e silêncio. Sagrada Tenda Negra do Ocidente. Menina e Avó, Unidas em retiro, junto à Mãe Terra.

As mulheres precisam aprender a amar, compreender, e , desta forma, curar umas à outras. Cada uma delas pode penetrar no silêncio do próprio coração para que lhe seja revelada a beleza do recolhimento e receptividade.