a gente vai e pega a pena do bichinho e amarra no pé da saudade pra ela ser leve e não pesar na gente.


São dias e dias que firmam semanas com as loas vindo pro canto que expira e eu sinto vibrar a calmaria de pisar no vento com a voz reconhecendo o pisar do pé na terra, no cimento empoeirado que se passou até agora.
A porta pro mundo. O encantamento doido. Encantamento gargalhante. Encantamento. Pra no final, pra no final, pra no final naquele instante do a-b-r-a-ç-o a gente sentir pulsando o coração do outro na mesma pulsada sambada. e só sentir gratidão. e isso confortar e dar prazer e encher os olhos de água. Sem aqueles meus Olhos de Passado, os quais alquimisticamente tenho colocado constantemente frente os olhos, sem esses olhos. Mas com os olhos e todos os outros órgãos no INSTANTE.

Enche de Gratidão.

Ainda quero conseguir te abraçar assim, depois.

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