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Mostrando postagens de Agosto, 2013
calar

sereia dos pingosquepingam aqui

à lua

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eu darei a vista
do meu cantar
e de todo
o meu soltar
que já faz não
meu ser
mas de todo
mundo se servir

à lua eu darei
até a outra volta do sol
se assim for
o meu dançar
no mau tempo
rodopiando nos raios

me servirei
desse quente áspero
que a saliva cai como
mel
e mulher me faz
caliandra brotar
da vagina
canina, vaca, vadia

uma leoa a lamber o focinho
depois devorar
a outra leoa

22 e as visitas que recebi...

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meninu que brinca cum fogo toma vitamina de banana.

saudade corta.

saudade assim faz roer e amarga qui nem jiló.

corda

era agosto também

rainha do raio. vadia.

vamos chamar o vento...
vamos chamar o vento...
é vista quando há vento
é grande e vaga
faz um ninho no rolar da fúria
voa firme e certa como bala
as suas asas empresta à tempestade
quando os leões do mar rugem nas grutas
sobre os abismos
passa e vai em frente
ela não busca a rocha, o cabo, o cais
mas faz da insegurança a sua força
e do risco de morrer
seu alimento
por isso me parece imagem justa
para quem vive e canta
no mau tempo.


pianinho. vidro derretendo. é meu lado de dentro.

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foi foi, minha mãe, foi a sereia do mar...

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página 5, essa parte: não-mente

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página 2, de noite, agosto

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fora do ar

no movimentar das imagens enquanto fico tento ficar em paz para o próximo despreparo

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marcinha, me perdoa, mas eu também peguei a sua foto.

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é a ânsia de olhar pros passados bonitos.

brasília,

deserto de areia
deserto de sal
ninguém mais espera
godô...





quer dizer,

agosto, como sempre...

pegando fogo.