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Mostrando postagens de Maio, 2016

expiro na cama

"(...) Os dias passam e eu já vou, chama as pessoas queridas e vem. Se perceber que o tempo é bom, é sinal de que o amor nos deu razão (...)"

Sinto meu coração menos ansioso. Por mais  Mesmo que ainda assim eu o sinta às vezes. Vida agora, vida poema. Parece existir uma tristeza que paira como pó fino na pele, enquanto a pele é alegria.

A morte vem. Vem como levou a gata, de uma dia pro outro, a mãe de todos os outros gatos, que já foram. Deles, agora, só tem um. A morte vem,  como pra bananeira do fundo do quintal, nem vi como foi, apenas como agora está, lá, evanescendo aos dias, mas antes terra se tornará. Nela, deitada no chão, uma linda pena de bananas que se formava. Quando caiu no chão, levou outro pé junto.

Será que tem a ver com as pedras que tirei do chão?

Plantei 3 manjericões e 1 muda de orégano.

Ser gente é muito doido. Quero em vida ter sempre os olhos brilhando.

Tá bom e gostosinho esse coração calmo. Estranho é só esse choro pela perereca voltar. O que será?